Contamos com 4 hectares de Sistema Agroflorestal (SAF), onde cultivamos seringa, castanha, bacaba, canela, copoazú, café, sangre de grado, tubérculos silvestres, cocona, carvalho, copaibo, entre outras árvores frutíferas e espécies silvestres. Comercializamos a polpa de copaíba desde 2017; café desde 2018 e castanha desde 2021. Realizamos visitas guiadas com diferentes organizações para compreender e sensibilizar sobre o comportamento da castanha em SAF. Contamos com rotas de intercâmbio de conhecimentos por meio de sistemas comparados entre sistemas de rotação com espécies de curto prazo e SAF, gerando consciência sobre a importância de reflorestar áreas degradadas pela exploração madeireira e outras atividades que ameaçam a vida dos ecossistemas.
País: Bolivia,
Desde quando existe a experiência?: 04/11/2013
Nível de avanço da experiência: Com impacto comprovado, a caminho da consolidação
A experiência está legalmente constituída?: Sim
Onde a experiência acontece?:
Nome da organização que lidera a experiência: COMUNIDAD DE NUEVA ESPERANZA
Ano em que foi constituída: 04/11/2013
Sigla da organização: SAFC
Logo da organização: 
Descrição da Organização: Os sistemas agroflorestais comunitários consistem num trabalho de reflorestação de áreas degradadas pela exploração madeireira. A reflorestação foi realizada com espécies nativas, como a castanha, a siringa, o copaibo, a sangue de grado e árvores frutíferas silvestres, e estamos a partilhar essa experiência com todos aqueles que desejam trabalhar de forma mais amiga do ambiente.
Endereço sede da organização: localidad de PUERTO MORALES
Estamos recuperando áreas degradadas por madeireiros através do reflorestamento com árvores nativas, como castanheiras, siringas e espécies medicinais, além de árvores frutíferas silvestres.
Contexto: A experiência se desenvolve no município de Santa Rosa del Abuná, comunidade de Nueva Esperanza, Bolívia. Uma das principais pressões que o território enfrenta é a expansão da fronteira agrícola e a pecuária extensiva, que provocam a perda de florestas, a degradação dos ecossistemas e das fontes hídricas, além de contribuir para o aumento das causas associadas à variabilidade climática. Nesse contexto, os processos de reflorestamento, que exigem perseverança e resiliência a longo prazo, são afetados pela instabilidade do calendário agrícola, devido às alterações nos ciclos climáticos, e colocam em risco o planejamento da produção e a sobrevivência dos processos de regeneração das áreas reflorestadas. A isso se soma a pressão dos incêndios florestais, que se intensificam em épocas de seca, muitas vezes como resultado do queimado descontrolado realizado por alguns moradores da região. Outro aspecto preocupante é a baixa conscientização ambiental e, em certa medida, o desinteresse dos jovens em participar de processos de cuidado e conservação do meio ambiente.
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Conflitividades Sociais:
Saúde públicaDisputas trabalhistas
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Conflitividades Culturais:
Perda da identidade culturalImposição de modelos exógenos
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Conflitividades Políticas:
Ausência de entidades públicas
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Conflitividades Econômicas:
PecuáriaTráfico de Animais Silvestres e da Flora
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Conflitividades Ambientais:
PoluiçãoDesmatamentoDegradaçãoSecasDeterioração das fontes de águaMudanças climáticasIncêndios florestaisDestruição de ecossistemas
| Título | Unidade | Número | Descrição |
|---|
Organizações Sócias ou Aliadas
| Nome da Organização | Papel da organização na Experiência |
|---|---|
| Pastoral Social Caritas Departamento de Pando | Aliada |